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	<title>Portal Salvador Bahia - Aqui você sabe o que a Bahia tem! &#187; Finanças</title>
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	<description>O portal de turismo da Bahia</description>
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		<title>Crescimento do PIB da Bahia se aproxima do ritmo chinês</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Jun 2010 14:07:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A expectativa do crescimento do PIB baiano em torno de 9%, no primeiro trimestre do ano, bem próximo do ritmo chinês, é o destaque do Conversa com o Governador desta semana, produzido pela Assessoria de Comunicação Governo do Estado (Agecom). O governador Jaques Wagner enfatiza que o Brasil vive um momento excepcional e a Bahia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A expectativa do crescimento do PIB baiano em torno de 9%, no primeiro trimestre do ano, bem próximo do ritmo chinês, é o destaque do Conversa com o Governador desta semana, produzido pela Assessoria de Comunicação Governo do Estado (Agecom). O governador Jaques Wagner enfatiza que o Brasil vive um momento excepcional e a <strong>Bahia</strong> conseguiu se colocar “dentro desse contexto, com crescimento até superior do que a média nacional”, e avalia como resultado que pode ser um comparativo ao patamar da China, que vem registrando elevados níveis em relação ao resto do mundo.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-727" title="Pib Bahia" src="http://www.salvadorbahia.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/06/Pib-Bahia.jpg" alt="crescimento acelerado do pib na bahia, economia em alta no estado da bahia" width="120" height="96" /></p>
<p style="text-align: justify;">O governador ainda fala sobre a vinda do presidente Lula à <strong>Salvador</strong>, na quinta-feira (10), para participar, entre outras ações, da entrega da reforma do Palácio Rio Branco, e sobre a Copa do Mundo, desejando “todo axé à Seleção Brasileira” para que traga o hexacampeonato.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesta edição, ele também pontua as diversas ações nas áreas da saúde, nos municípios de Seabra (Chapada), Lauro de Freitas (RMS) e Valença (Baixo Sul), de habitação e infraestrutura, em Mutuípe, e de agricultura, em Riachão de Jacuípe.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o governador, a Bahia tem uma mão-de-obra reconhecida como muito boa e “as condições que o governo estadual tem oferecido são muito transparentes e objetivas, o que tem atraído novos empresários do Brasil e do exterior para instalar seu negócio aqui, ganhar legitimamente seu dinheiro”.</p>
<p style="text-align: justify;">Jaques Wagner fala da sua satisfação em receber o presidente da República para participar de inaugurações, assinaturas de contrato e outras ações. Algumas delas, nas áreas de habitação, com assinatrura de contrato referente a 3.500 unidades habitacionais em Salvador, Santo Antônio de Jesus e Camaçari pelo programa Minha Casa, Minha Gente. Na área saneamento, com assinatura de ordem de serviço, no valor de R$ 170 milhões, para construção do Interceptador Paralela/Lauro de Freitas, pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).</p>
<p style="text-align: justify;">Lula também participará, segundo o governador, da entrega de diploma para 600 formandos da Região Metropolitana de Salvador, pelo Programa Próximo Passo/Planseq, plano de qualificação para beneficiários do Programa Bolsa Família.</p>
<p style="text-align: justify;">“Portanto, o presidente Lula chega trazendo mais alegria em função daquilo que será assinado e contratado entre o Estado e a União. Essa é uma parceria que, seguramente, vem se consolidando a cada dia e que é boa para o Brasil, para a Bahia, e para os baianos”, diz Jaques Wagner.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mais unidades hospitalares</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Na área da Saúde, o governador destaca o lançamento da ordem de serviço para a construção do Hospital Regional da Chapada, no município de Seabra, na Chapada Diamantina.</p>
<p style="text-align: justify;">“A primeira parte que eu assinei é de R$ 3 milhões para implantação da unidade de urgência e emergência, que vai beneficiar 23 municípios e 360 mil pessoas. Ao todo a obra deve bater na casa dos R$ 15 milhões”, explica Jaques Wagner, lembrando que os recursos já estão em caixa, a empresa licitada, e a obra deverá ficar pronta até o final deste ano.</p>
<p style="text-align: justify;">O hospital deve ter 100 leitos divididos em clínica cirúrgica geral, clínica cirúrgica ortopédica, clínica médica, pediatria, obstetrícia, cuidados prolongados, alem de dez leitos de UTI</p>
<p style="text-align: justify;">. Em Lauro de Freitas, o Governo do Estado entregou à população, o Hospital Menandro de Farias, ampliado e reformado, na parte da urgência e emergência. Segundo Jaques Wagner foram investidos R$ 1,8 milhão só na reforma e a previsão é de investir mais R$ 1,1 milhão em equipamentos. “Eu vi a alegria dos funcionários e da população”, observou.</p>
<p style="text-align: justify;">O governador também lembra da assinatura de um convênio com a Santa Casa de Misericórdia, em Valença, para reforma e adequação da unidade de urgência e emergência, um investimento de aproximadamente R$ 450 mil, do governo e da Santa Casa. E reitera o compromisso de buscar condições para instalar uma UTI na unidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Casas e novos empregos na zona rural</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No final de semana, o governador também esteve no município de Mutuípe, onde entregou 130 habitações da zona rural e inaugurou a pavimentação e drenagem da avenida José Lomanto, batizada com o nome de “um ex-trabalhador do Polo petroquímico, um lutador das causas da nossa gente mais humilde, infelizmente falecido precocemente”.</p>
<p style="text-align: justify;">O governador fala ainda da visita realizada em Riachão do Jacuípe, município beneficiado com emprego e renda, com a inauguração da Sicor, uma empresa que trabalha com fios de sisal, em Portugal. As dificuldades para a empresa se instalar no estado foram sanadas, mas ela já começa a operar numa linha, com previsão de ampliar para mais uma, “gerando, nesse primeiro momento, 85 empregos”.</p>
<p style="text-align: justify;">O programa Conversa com o Governador é veiculado toda terça-feira pela rádio Educadora FM 107,5 Mhz e reproduzido por vários veículos de comunicação.</p>
<p style="text-align: justify;">fonte: Sérgio Jones &#8211; jornal feira hoje</p>
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		<title>Preços das passagens aéreas são os mais baixos desde 2002, aponta Anac</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 06:39:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças]]></category>
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		<description><![CDATA[SÃO PAULO – Os preços das passagens aéreas em rotas nacionais caíram 28,4% em fevereiro de 2010, na comparação com o mesmo mês do ano passado, e são os mais baixos desde janeiro de 2002. Segundo dados divulgados nesta quinta-feira (8) pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), o preço médio registrado em 67 linhas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-452" title="passagem" src="http://www.salvadorbahia.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/04/passagem.jpg" alt="passagem" width="600" height="360" /></p>
<p>SÃO PAULO – Os preços das passagens aéreas em rotas nacionais caíram 28,4% em fevereiro de 2010, na comparação com o mesmo mês do ano passado, e são os mais baixos desde janeiro de 2002.</p>
<p>Segundo dados divulgados nesta quinta-feira (8) pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), o preço médio registrado em 67 linhas monitoradas entre capitais e importantes cidades brasileiras foi de R$ 253,71. Em fevereiro de 2009, o preço médio era de 354,16. Os valores são atualizados pelo IPCA/IBGE (Índice de Preços ao Consumidor Amplo).</p>
<p>No segundo mês do ano, os passageiros pagaram aproximadamente R$ 0,37 por quilômetro voado pelo Brasil, ante R$ 0,50 de fevereiro de 2009. Também houve queda, ao comparar com o mês imediatamente anterior: em janeiro, os passageiros pagaram R$ 0,41 por quilômetro voado.</p>
<p>Passagens</p>
<p>Em ocasião anterior, a presidente da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), Solange Vieira, afirmou que a concorrência vem barateando os preços das passagens aéreas no Brasil.</p>
<p>Segundo Solange, as passagens chegaram a ficar até 40% mais baratas nas rotas onde empresas aéreas estreantes passaram a operar. Por outro lado, alerta a presidente, a tendência de baixa pode se reverter este ano, devido aos problemas de infraestrutura aeroportuária.</p>
<p>Transparência</p>
<p>A partir de 10 de junho, as companhias aéreas deverão incluir todos os itens que fazem parte da prestação do serviço de transporte aéreo no valor informado ao passageiro.</p>
<p>De acordo com a Anac, o objetivo é disciplinar as empresas para que deem mais transparência aos valores cobrados, permitindo aos passageiros que comparem preços com mais facilidade</p>
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		<title>O que é uma Apólice?</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 06:37:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[apolice]]></category>
		<category><![CDATA[seguradora]]></category>
		<category><![CDATA[seguro]]></category>

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		<description><![CDATA[A apólice é um dos três instrumentos do contrato de seguros e contém detalhes do documento A apólice é um dos três instrumentos do contrato de seguros e contém detalhes do documento, como os itens cobertos, informações sobre o segurado, prazo de vigência do seguro, prêmios devidos, enfim, os direitos e obrigações da companhia de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-449" title="apolice" src="http://www.salvadorbahia.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/04/apolice.jpg" alt="apolice" width="417" height="380" /></p>
<p>A apólice é um dos três instrumentos do contrato de seguros e contém detalhes do documento</p>
<p>A apólice é um dos três instrumentos do contrato de seguros e contém detalhes do documento, como os itens cobertos, informações sobre o segurado, prazo de vigência do seguro, prêmios devidos, enfim, os direitos e obrigações da companhia de seguros e do segurado.</p>
<p>A emissão da apólice caracteriza a aceitação das condições discriminadas na proposta e o compromisso formal da segurada em atender às obrigações especificadas nas cláusulas contidas nas Condições e na Proposta – outros dois instrumentos do contrato.</p>
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		<title>Financiar veículo nos bancos pode sair mais em conta</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 06:35:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[banco]]></category>
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		<category><![CDATA[carro]]></category>
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		<description><![CDATA[SÃO PAULO – Com ou sem incentivos fiscais, comprar um carro não se resume em apenas escolher o modelo, a cor e os opcionais. Para quem optou por levar um veículo por meio de financiamento, então, outros detalhes devem ser postos na mesa. As taxas de juros, prazo e outros encargos colocados no papel não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-446" title="carro" src="http://www.salvadorbahia.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/04/carro.jpg" alt="carro" width="600" height="426" /></p>
<p>SÃO PAULO – Com ou sem incentivos fiscais, comprar um carro não se resume em apenas escolher o modelo, a cor e os opcionais. Para quem optou por levar um veículo por meio de financiamento, então, outros detalhes devem ser postos na mesa. As taxas de juros, prazo e outros encargos colocados no papel não devem ser vistos de maneira isolada. Ao contrário, na hora da pesquisa, o Custo Efetivo Total (CET) é que deve ser comparado.</p>
<p>Um levantamento realizado pela Pro Teste &#8211; Associação dos Consumidores concluiu que os melhores CETs são encontrados nos bancos, na em comparação com as concessionárias.</p>
<p>O órgão de defesa do consumidor constatou que, para financiamentos via Crédito Direto ao Consumidor (CDC), de um carro de R$ 25 mil a ser pago em 24 vezes com 40% de entrada, o CET variou entre 23% e 42% nas concessionárias. Por outro lado, nos bancos, o CET também para CDC de um carro de R$ 27 mil a ser pago nas mesmas condições variou entre 19% e 39%.</p>
<p>Sem pressa para economizar<br />
Diante de tanta diferença, o órgão de defesa aconselha o consumidor a pesquisar opções de financiamento tanto nos bancos como nas concessionárias. Até porque, com mais opções de simulações, dá para ter um poder maior de barganha.</p>
<p>Na hora da pesquisa, fique atento à taxa de juros. De maneira geral, o “juro zero” dá a impressão de custo zero na hora de comprar o veículo. Mas, não é bem assim. De acordo com o levantamento da Pro Teste, os veículos vendidos com juro zero são os mais caros e a condição só vale se o consumidor der 50% do valor de entrada, parcelando o restante em, no máximo, 24 vezes.</p>
<p>Até para quem vai comprar um usado o conselho é ter calma. Em seu levantamento, a Pro Teste constatou que os preços e condições mudam muito de concessionária para concessionária e de banco para banco. Por isso, a boa e velha pesquisa também vale nesse caso.</p>
<p>“Pesquise bastante as opções disponíveis e faça simulações com os bancos para ver qual a melhor opção de financiamento, caso não pague à vista”, aconselhou o órgão. Além disso, no caso dos usados, outros detalhes devem ser vistos para que o consumidor não acabe levando para casa um carro com problemas.</p>
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		<item>
		<title>A bolsa de valores</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 06:33:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[bolsa]]></category>
		<category><![CDATA[são paulo]]></category>
		<category><![CDATA[valores]]></category>

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		<description><![CDATA[É comum, ao ligarmos nos noticiários e depararmos sobre a queda ou a alta da Bolsa de Valores, mas o que é a bolsa de valores? As bolsas de valores são locais onde são negociados os títulos emitidos por empresas sejam elas com capitais públicos, mistos ou privados. Apesar de que atualmente devido à globalização, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-443" title="bolsa" src="http://www.salvadorbahia.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/04/bolsa.jpg" alt="bolsa" width="600" height="426" /></p>
<p>É comum, ao ligarmos nos noticiários e depararmos sobre a queda ou a alta da Bolsa de Valores, mas o que é a bolsa de valores?</p>
<p>As bolsas de valores são locais onde são negociados os títulos emitidos por empresas sejam elas com capitais públicos, mistos ou privados.<br />
Apesar de que atualmente devido à globalização, não existem mais empresas com capitais 100% públicos, ou seja, empresas que são 100% do governo seja ele federal ou estadual ou municipal.</p>
<p>A bolsa de valor centraliza as operações do chamado mercado capital, podemos fazer uma analogia a uma feira onde ao invés de vermos vendedores oferecendo verduras, frutas e legumes são negociados ações de compras ou vendas.<br />
Estas ações são títulos que representam pequenas parcelas de uma companhia (empresa).<br />
Neste caso, ao comprar uma parte destas ações, o comprador torna-se um pouco dono da empresa, sendo assim passa a ter direito aos lucros obtidos da empresa. Mas, vale lembrar que as ações correspondem à milionésima partícula da empresa, ou seja, representam uma porcentagem bem baixa da ação da empresa, sendo assim o comprador não poderá opinar diretamente nas questões da empresa, ao menos que ele compre uma porcentagem significativa.</p>
<p>A Bolsa de Valores também negociam debêntures, ou seja, um título emitido para obtenção de empréstimos em longo prazo, neste caso ao adquirir debêntures você estará fazendo um empréstimo à determinada empresa que garantirá o pagamento através da hipoteca de seu patrimônio.</p>
<p>As principais bolsas de valores do mundo são: Nasdaq, Bolsa de Nova Iorque, Bolsa de Chicago, Bolsa de Frankfurt.<br />
E a principal bolsa de valores do Brasil é a Bovespa (Bolsa de São Paulo).</p>
<p>História da Bolsa de Valores</p>
<p>As bolsas de valores tiveram origem na antiguidade, no início os próprios comerciantes se reuniam para fazer os negócios.<br />
No Brasil, a bolsa de valores chegou em 1845 quando o Imperador do Brasil, Dom Pedro II, regulamentou a profissão.</p>
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		<title>Aplicações Ambientais</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 06:31:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[aplicações]]></category>

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		<description><![CDATA[Escassa é a literatura doutrinária na contabilidade tradicional sobre a evidência das origens e aplicações de recursos, ou seja, como demonstração. Mais escasso, ainda, é a relativa ao que se relaciona ao meio ambiente natural (denominada Contabilidade ambiental). Como todo conhecimento tem a sua utilidade relativa a partir do pouco que existe sobre o assunto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-440 aligncenter" title="aplicacoes" src="http://www.salvadorbahia.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/04/aplicacoes.jpg" alt="aplicacoes" width="387" height="370" /></p>
<p>Escassa é a literatura doutrinária na contabilidade tradicional sobre a evidência das origens e aplicações de recursos, ou seja, como demonstração. Mais escasso, ainda, é a relativa ao que se relaciona ao meio ambiente natural (denominada Contabilidade ambiental).</p>
<p>Como todo conhecimento tem a sua utilidade relativa a partir do pouco que existe sobre o assunto referido é possível algo inferir.</p>
<p>ORIGEM DE RECURSO – Segundo a tradição a origem de recurso vem de fontes interna e externa, ou seja, a interna do patrimônio líquido e resultado de exercícios futuros (capital dos proprietários) e externa do passivo circulante e passivo exigível em longo prazo (capital de terceiros).<br />
Tais fontes visam a gerar meios patrimoniais (capital) para suprirem necessidades da célula social em relação ao entorno ecológico.</p>
<p>APLICAÇÃO DE RECURSO – Na contabilidade tradicional, segundo Milton Augusto Walter, o ativo espelha instrumentos de produção e comercialização, fatores de produção e fatores de comercialização. (Ver Introdução à análise de balanços, Saraiva: São Paulo, 1978).</p>
<p>Por decorrência a aplicação de recursos no meio ambiente natural se dá quando há necessidade de empregar capital para resolver problema do meio ambiente natural causado pela atividade produtiva da célula social e na comercialização de seus meios patrimoniais.</p>
<p>Os empresários, governo e estudiosos do assunto sabem, a nível mundial, da necessidade da sustentabilidade, isto é, o desenvolvimento sem agressão a natureza e, em defluência é que se criou à legislação da proteção do meio ambiente natural.<br />
Algumas empresas aplicam capital na proteção da natureza por meio compulsório, isto é, por serem obrigação apenas.</p>
<p>Há empresas no Rio Grande do Sul que, também, precisam fazer, pôr legislação ambiental, auditoria ambiental.</p>
<p>O art. 14 – XII da Lei estadual do Rio Grande do Sul &#8211; n. 11.510 de 03.08.2000 diz: ¨Auditorias ambientais – são instrumentos de gerenciamento que compreendem uma avaliação objetiva, sistemática, documentada e periódica da performance de atividades e processos destinados à proteção ambiental, visando a otimizar as práticas de controle e verificar a adaptação da política ambiental executada pela atividade auditada.¨(Ver opúsculo Patrimônio e o entorno meio ambiental natural, Reas: Três de Maio, outubro de 2003 de minha autoria.)</p>
<p>Há empresas, todavia, que exercem as funções do sistema da socialidade aplicando recursos, por consciência ecológica, isto é, por ter visão, por parte de seus proprietários, da necessidade de preservar a natureza.</p>
<p>Atualmente, também, algumas organizações começam a se preocupar com a natureza, pressionadas pela consciência ecológica de seus clientes e, com isso, acrescentam a gestão ambiental em suas estratégias, principalmente as indústrias, para que estas tenham um comportamento alicerçado na preservação do meio ambiente.</p>
<p>A defesa do meio ambiente deixou de ser preocupação apenas de ecologistas, pessoas conscientes da necessidade de cuidar a natureza, e passou a ser, também, dos cientistas e dos empresários a nível mundial, tanto é que os proprietários de empresas colocam a questão ambiental ao nível de estratégia nas empresas.</p>
<p>Entende-se, finalmente, que as medidas de proteção ambiental não vieram para prejudicar o desenvolvimento econômico, mas, sim, como uma meta a mais para ser atingida, torná-la competitiva no mercado e agregar valor aos seus produtos.<br />
O brasileiro, em geral, está ciente dos problemas do meio ambiente natural, que o cerca, e esperam aplicações de recursos das empresas, principalmente, aquelas que mais poluem a natureza.</p>
<p>Segundo uma pesquisa do Instituto Akatu 92% da população faz ligação direta entre as mudanças climáticas e os efeitos em sua saúde, 71% consideram mais importante à proteção ambiental que o crescimento econômico e 75% atribuem o aquecimento global à ação humana. Somente 5% praticam o consumo consciente.</p>
<p>Um comportamento raro de se ver dentre estes 5%, segundo a referida entidade, é o de se ver pressionar empresas e governo para que se desenvolvam produtos, tecnologias e políticas públicas que amenizam a crise ambiental.</p>
<p>A educação ambiental, todavia, parece ser a que ensejará uma consciência ecológica, social e humana em cada cidadão e pelas aplicações de recursos no entorno por parte das organizações e do governo</p>
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		<title>A Riqueza e os agentes externos</title>
		<link>http://www.salvadorbahia.com.br/portal/a-riqueza-e-os-agentes-externos/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 06:30:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson</dc:creator>
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		<category><![CDATA[agentes]]></category>
		<category><![CDATA[externo]]></category>
		<category><![CDATA[riqueza]]></category>

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		<description><![CDATA[INTRODUÇÃO. O patrimônio não se move por si mesmo, mas, ao se movimentar, por força externa, esta provoca fenômeno patrimonial que é matéria da ciência contábil. O entorno modifica a riqueza das organizações lucrativas e não lucrativas. Acontecimentos externos ao patrimônio tem influência na diminuição ou aumento da riqueza. Ultimamente a crise na Argentina desencadeou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-437" title="riqueza" src="http://www.salvadorbahia.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/04/riqueza.jpg" alt="riqueza" width="599" height="452" /></p>
<p>INTRODUÇÃO.</p>
<p>O patrimônio não se move por si mesmo, mas, ao se movimentar, por força externa, esta provoca fenômeno patrimonial que é matéria da ciência contábil.</p>
<p>O entorno modifica a riqueza das organizações lucrativas e não lucrativas.</p>
<p>Acontecimentos externos ao patrimônio tem influência na diminuição ou aumento da riqueza.</p>
<p>Ultimamente a crise na Argentina desencadeou uma série de fenômenos nos diversos segmentos da economia.</p>
<p>CRISE NA ARGENTINA</p>
<p>Com a economia globalizada uma crise na economia de um país afeta a dos outros países. O fenômeno do colapso vai influenciar a riqueza da célula social no país como em outros países principalmente naquele que diretamente se ligam por efeitos comerciais. Enquanto havia a paridade do peso com o dólar o argentino comprava também mercadoria no Brasil por ser de sua maior conveniência. Assim, algumas empresas brasileiras principalmente aquelas situadas perto da fronteira se beneficiavam com a venda aos argentinos. Havia uma média de 20% na receita que vinha da venda de meios patrimoniais aos argentinos. Também o setor turístico, principalmente do sul do Brasil, se favorecia com a vinda do turista argentino.</p>
<p>Com a crise houve algumas modificações na dinâmica do capital das companhias argentinas e nas brasileiras.</p>
<p>Segundo Paulo Skaf, presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit) a Argentina deve 50 milhões de dólares para o setor. A pendência afeta toda a cadeia nacional, de fibras e vestuários, formado por 30 mil empresas.</p>
<p>Também o presidente da Associação Brasileira de Vestuário (Abravest), Robert Chadad disse que a maior parte da dívida está relacionada com 15,6 mil confecções. Os setores mais atingidos, segundo Elói de Almeida, presidente do Grupo Brasil, pela crise na Argentina são os bens de capital e os têxteis.</p>
<p>Os setores imobiliários, hotéis, restaurantes, pousadas etc. do litoral principalmente os de Santa Catarina tiveram em média uma queda de 50% em sua dinâmica patrimonial e o setor de aluguel de carros de 60%.</p>
<p>O fenômeno da crise argentina afetou muitas células sociais em sua dinâmica. O meio patrimonial reduziu seu giro na mutação patrimonial. Diminuindo o giro do meio patrimonial reduz-se a lucratividade e afeta os outros sistemas em virtude de sua interação. O importante é a harmonia entre os oito sistemas que são:</p>
<p>Resultabilidade – necessidade de obter resultado.<br />
Liquidez – necessidade de anular obrigações.<br />
Produtividade – necessidade de eficiência no uso dos meios produtivos.<br />
Estabilidade – necessidade de equilíbrio entre os componentes da riqueza.<br />
Economicidade – necessidade de manter a vitalidade e garantir a sobrevivência.<br />
Invulnerabilidade – necessidade de proteção contra os riscos.<br />
Elasticidade – necessidade de adaptar o tamanho do patrimônio ao tamanho da capacidade da atividade (dimensão do capital).<br />
Socialidade – necessidade com o organismo social no qual se insere.</p>
<p>Segundo o Prof. Lopes de Sá: “Tais sistemas são autônomos, ou seja, uma empresa pode ter produtividade e não ter rentabilidade, pode ter rentabilidade e não ter liquidez, pode ter liquidez e não estar protegida conta riscos etc.”</p>
<p>Os sistemas são autônomos e tem interação entre si e nesse processo eles são influenciados por forças externas.</p>
<p>A organização é influenciada pelo mercado e, portanto, o empresário e o pessoal devem estar inseridos na sociedade e não fora dela.</p>
<p>Há uma influência ambiental exógena constante sobre o patrimônio, mesmo que isto seja pouco observado.</p>
<p>O mercado se modifica constantemente e esta modificação tange o patrimônio.<br />
O empresário deve estar atento a esta dinâmica ambiental e transmitir ao pessoal como diz Domenico Masi (2000, 186 p.) um chefe que incute entusiasmo, libera os grupos de procedimentos inúteis, gratifique os criativos, olha para o futuro, promova a inovação e tenha coragem de enfrentar o desconhecido.</p>
<p>Um chefe deve ter a capacidade intelectual de pensar.<br />
Deve saber que a criatividade precisa de vínculo, de desafios e não de burocracia. A burocracia é uma barreira para a criatividade.</p>
<p>A criatividade é um dos requisitos para o sucesso na modernidade.</p>
<p>Um empresário que não seja criativo, inovador tende a deixar o capital em ociosidade. Também, pode ser criada pela desaceleração do mercado.</p>
<p>A ociosidade cria ineficácia patrimonial e afeta a prosperidade da célula social.</p>
<p>Mesmo com a diminuição das vendas e da produção a tecnologia avança para novas formas de produtos. Um meio patrimonial que está na inércia corre o risco de ser ultrapassado por outra mercadoria mais moderna.<br />
Não é desejável que um estoque de meios patrimoniais esteja na inércia e com isto perca sua potencialidade por lançamento de produto novo no mercado que o possa substituir.</p>
<p>É fundamental que a direção e o pessoal estejam atentos para as influências ambientais exógenas. Esta matéria requer um constante aprofundamento pelos estudiosos. Segundo o Prof. Lopes de Sá: “É imprescindível conhecer a ação das forças que fazem mover as riquezas e que são provenientes do ambiente exterior a elas, ou seja, de fatores ambientais (internos e externos em relação às células sociais)”. Há uma complexidade expressiva no assunto. Pois uma influência do entorno poderá beneficiar setores e prejudicar outros. A crise na Argentina prejudicou o setor do turismo, imobiliário, aluguel de carros e outros setores da economia brasileira. Mas beneficiou as empresas exportadoras da Argentina e as empresas situadas na fronteira com o Brasil. O meio patrimonial argentino tornou-se mais acessível ao bolso do consumidor brasileiro. Inverte-se o processo econômico onde a Argentina compra menos e exporta mais. Este é um processo benéfico para Argentina.</p>
<p>VARIAÇÃO CAMBIAL</p>
<p>Com a criação do câmbio livre na economia Argentina inicialmente afetou o bolso do consumidor daquele país. A cotação do dólar de 1 dólar por 1 peso era melhor para o consumidor argentino. Com a cotação de 1 dólar por 2,10 pesos ele precisa de mais dinheiro para adquirir um meio patrimonial. Assim, todo consumidor argentino ficou mais pobre. Tal fenômeno é comum nos países em desenvolvimento, fazendo uma minoria mais rica e uma maioria mais pobre. Assim, aumenta o fosso entre a elite e a massa popular e, isto, constitui um obstáculo para o progresso e enquanto persistir não haverá verdadeiro crescimento e justiça social.</p>
<p>A ida para o exterior tornou-se mais difícil para a massa popular argentina. Tanto é que com retração do turista argentino no Brasil houve diminuição da dinâmica patrimonial em alguns setores da economia brasileira. Alguns já citados neste artigo.</p>
<p>A influência ambiental exógena da variação cambial tangeu o patrimônio de vários setores da economia das organizações na Argentina, no Brasil e em outros países que negociam com a Argentina. Com a variação cambial o brasileiro começa atravessar a fronteira com a Argentina onde compra meios patrimoniais já pela metade do preço anterior. Isto não ocorria desde a criação da paridade com o dólar 1&#215;1. Agora diminui a dinâmica patrimonial das células sociais brasileiras e aumenta das organizações da Argentina.</p>
<p>CONCLUSÃO</p>
<p>É necessário que a direção e pessoal analisem as influências dos entornos,<br />
pois estas influências podem levar a célula social tanto à prosperidade quanto à falência. Uma direção e pessoal competente pode anular influências ambientais negativas para a dinâmica patrimonial da companhia. Competência se conquista melhorando o conhecimento, atualizando o mesmo procurando inovações e usando a criatividade.</p>
<p>BIBLIOGRAFIA</p>
<p>AMAT, Joan. Nuevas tendencias en la contabilidad de gestión, em “Contabilidad de gestión actual”, edição AECA, Madri, 1994.</p>
<p>GARCIA, Carmen Hernández. Respuesta del sistema informativo contable a la responsabilidad social de la empresa: especial referencia a España, em Técnica Contable n. 605, Madri, maio de 1999.</p>
<p>HERCKERT, Werno. Patrimônio e as influências ambientais. 2. ed. Três de Maio: Megas, 2001.</p>
<p>HERCKERT, Werno. Aspectos práticos das influências ambientais. Disponivel em: &lt;www.monografias.com/trabajos10/inam/inam.shtml&gt;. Acesso em: dezembro de 2001.</p>
<p>KOLIVER, Olívio. As mudanças estruturais nas entidades e o comportamento dos custos, em Revista do Conselho Regional de Contabilidade do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, outubro de 1998.</p>
<p>MANTILLA BLANCO, Samuel Alberto. Teoria general del conocimiento contable, em Boletim do IPAT n. 13, Belo Horizonte, 1997.</p>
<p>MARTELL, Deyanira Meza. Una nueva contabilidad. CESTEC, deciembre de 1998.</p>
<p>MASI, Domenico de. O ócio criativo. Rio de Janeiro: Editora Sextante, 2000.</p>
<p>NEPOMUCENO, Valério. Planos de aplicação do termo função no contexto da teoria das funções e do homo aziendalis. IPAT Boletim, n. 14 Belo Horizonte, abril de 1998.</p>
<p>NEPOMUCENO, Valério. Autoconsciência contábil. Jornal de Contabilidade, edição APOTEC, Lisboa, outubro de 1999.</p>
<p>RAPOSO, Ely. Opiniões sobre teorema da teoria das funções sistemática. IPAT Boletim, n. 14, Belo Horizonte, abril de 1998.</p>
<p>SÁ, Antônio Lopes de. Influências externas movem os capitais. Disponível em: &lt;www.lopesdesa.com.br&gt;. Acesso em: 2001.</p>
<p>SÁ, Antônio Lopes de. Axioma da transformação do patrimônio aziendal. IPAT Boletim, Belo Horizonte, n. 14, abril de 1998.</p>
<p>SÁ, Antônio Lopes de. Informação, teoria científica e normas contábeis. Disponível em: &lt;www.lopesdesa.com.br&gt;. Acesso em: fevereiro de 2002.</p>
<p>SÁ, Antônio Lopes de. O crepúsculo dos dados eminentemente financeiros e a contabilidade volvida a fins estratégicos. Disponível em: &lt;www.lopesdesa.com.br&gt;. Acesso em: fevereiro de 2002.</p>
<p>VASCONCELOS, Yumara. Fundamentos distintivos do Neopatrimonialismo. IPAT Boletim, n. 17, edições UNA, Centro Universitário, novembro de 2000.</p>
<p>Por Werno Herckert<br />
Colunista Brasil Escola</p>
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		<title>Crédito e renda em alta inflaram classe C</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 06:27:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-433" title="dinheiro" src="http://www.salvadorbahia.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/04/dinheiro.jpg" alt="dinheiro" width="599" height="448" /></p>
<p>SÃO PAULO (Reuters) &#8211; O aumento da renda média dos brasileiros, somado à maior disponibilidade de crédito, impulsionou o consumo no país e levou à migração de cerca de 30 milhões de pessoas da classe D para a classe C nos últimos cinco anos.</p>
<p>Os dados fazem parte de pesquisa divulgada nesta terça-feira pela Cetelem &#8211;financeira do grupo francês BNP Paribas&#8211;. Conforme o estudo, apenas em 2009 aproximadamente 8 milhões de brasileiros passaram a ocupar a classe média ante o ano anterior, totalizando 92,8 milhões de pessoas.</p>
<p>&#8220;O consumo vai se manter aquecido nos próximos 12 meses. O brasileiro está poupando e planejando o que vai comprar, tendência que deve ser mantida nos próximos anos pela melhora do cenário econômico nacional&#8221;, disse o diretor geral da Cetelem no Brasil, Marcos Etchegoyen, em evento com jornalistas.</p>
<p>Segundo ele, medidas anti-cíclicas adotadas ao longo do ano passado, como a desoneração e/ou redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para produtos de linha branca, automóveis e materiais de construção, também levaram ao avanço do consumo no país e, consequentemente, à migração de classes.</p>
<p>O levantamento apontou que, no ano passado, a renda média das famílias brasileiras atingiu o recorde de 1.285 reais, impulsionada principalmente pelo aumento dos ganhos das classes C e D/E.</p>
<p>A classe A/B, contudo, registrou leve queda na renda, que passou de 2.586 para 2.533 reais na comparação anual. &#8220;Os efeitos da crise foram mais diretos no topo da pirâmide&#8221;, assinalou Etchegoyen.</p>
<p>A pesquisa revelou ainda que, após a crise financeira mundial, o brasileiro passou a poupar mais. Em 2009, os recursos destinados a aplicações, poupança e investimentos somaram 535,31 reais, volume 220 reais superior à média em 2008. Em relação aos próximos 12 meses, 76 por cento dos entrevistados afirmaram que pretendem aumentar as economias.</p>
<p>&#8220;A crise teve um efeito educativo e o brasileiro voltou a poupar, tanto pelo aumento da renda quanto como uma forma de se precaver para uma eventual necessidade&#8221;, afirmou o executivo.</p>
<p>A classe C, ao mesmo tempo em que foi a que mais poupou no ano passado, foi aquela que mais recorreu ao crédito. &#8220;Esse movimento mostra um consumidor mais maduro e consciente. É preciso recorrer ao crédito para consumir, mas manter reservas para eventuais emergências&#8221;, disse Etchegoyen.</p>
<p>Nesse sentido, em 2009, as pessoas se sentiram mais seguras para comprar itens financiados, segundo o estudo, que identificou uma tendência de crescimento de compras financiadas de eletroeletrônicos &#8211;principalmente de televisões&#8211;, fogões e geladeiras, além de carros.</p>
<p>O valor médio destinado ao pagamento de prestações &#8211;utilizado para medir o endividamento da população&#8211; no último ano foi de 64 reais, sendo que a classe A/B respondeu por 122 reais, enquanto a classe C destinou 73 reais. A classe D, por sua vez, destinou 25 reais.</p>
<p>Nos últimos cinco anos, o número de pessoas que precisou atrasar algum pagamento também diminuiu. Em 2009, apenas 3 por cento declararam ter atrasado uma prestação, enquanto em 2005 o índice era de 9 por cento.</p>
<p>A pesquisa da Cetelem foi realizada com 1.500 pessoas, com mais de 16 anos, em 70 cidades de nove regiões metropolitanas do Brasil. Os dados de 2009 foram coletados entre os dias 18 e 29 de dezembro.</p>
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		<title>Mercado abre em alta; ações da GM disparam</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Dec 2008 21:23:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O mercado americano abriu em alta nesta sexta-feira com ações da General Motors disparando 14% após notícias de que sua divisão financeira, a GMAC, conseguiu qualificação para se tornar uma companhia holding bancária. A GMAC obteve aprovação do Federal Reserve (FED) na quarta-feira para se tornar uma holding bancária, o que permitirá acesso a programas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado americano abriu em alta nesta sexta-feira com ações da General Motors disparando 14% após notícias de que sua divisão financeira, a GMAC, conseguiu qualificação para se tornar uma companhia holding bancária.</p>
<p>A GMAC obteve aprovação do Federal Reserve (FED) na quarta-feira para se tornar uma holding bancária, o que permitirá acesso a programas de empréstimo do governo.</p>
<p>Às 12h50 (horário de Brasília), o índice Dow Jones, subia 0,53%, para 8.513 pontos. O índice Standard &amp; Poor&#8217;s 500 tinha valorização de 0,41%, a 871 pontos. O termômetro de tecnologia Nasdaq tinha alta de 0,08%, a 1.526 pontos</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-220" title="gm1" src="http://www.salvadorbahia.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/04/gm1.jpg" alt="gm1" width="730" height="458" /></p>
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